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Muitas vezes, pais/mães fazem muito mal aos seus filhos. Sem querer, com certeza. Psicólogos têm usado a expressão “pais tóxicos” para aquelas situações em que o filho crescerá com sérias dificuldades em função de um relacionamento pouco sadio com seus pais.

Se você desconfiar que teve pais tóxicos ou que está, de alguma forma, prejudicando seus filhos, vale a pena procurar um psicólogo e ter uma conversa… o máximo que vai acontecer é você começar um tratamento para melhorar as coisas!

Como você sabe se teve “pais tóxicos”?

  1. Era muito difícil compartilhar as suas coisas com seus pais – quando pais têm muita dificuldade em ouvir e respeitar a personalidade e opinião dos filhos. Se seu pai ou mãe tem incrível dificuldade em simplesmente ouvir você, isso significa que não reconhece suas necessidades. Pais que só sabem falar de si, também são um exemplo.
  2. Quando você ou um dos familiares é a “ovelha negra”, como um bode expiatório que funciona para encobrir uma série de outros problemas familiares escondidos. Assim, se seus pais o culparam o tempo todo por tudo que deu errado, este é um sintoma.
  3. Quando seu pai/mãe o colocam (sempre) contra alguém significativo para você, seja sua mãe, irmão, esposa. Quando ele/ela quer desesperadamente formar alianças e trazer conflitos.
  4. Quando os pais “dividem” muita informação pessoal e adulta com seus filhos, principalmente quando são crianças pequenas. Isso se torna um sério problema pois a criança se sente co-responsavel pela vida e felicidade dos pais, além da ansiedade e do estress.
  5. Há borrões em sua memória de infância, muitos anos estão apagados. É como uma proteção infantil para dificuldades extremas.
  6. Seu pais quebrou seus brinquedos ou inventou castigos humilhantes. Qualquer forma de punição cruel ou exagerada daquelas como “ensinar uma lição” sinaliza pais tóxicos.

Se você terminou este artigo triste…aproveite. Muita coisa pode ser feita, tanto para aplacar sua dor e problemas, como para mudar com relação aos seus filhos.

Ter pais tóxicos não significa que você seja também! Aliás, reconhecer o problema, entender a “doença emocional” de seus pais, é o primeiro passo para resolver a questão e não errar com seus filhos também.

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