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Pois é, gente! Mãe também se apaixona. Às vezes, se apaixona de novo pelo marido…mas, às vezes se apaixona por outra pessoa, se separou e tal. E daí, como fica aquele coração já sempre tão culpado e dividido entre os filhos e o “tudo mais”? Claro que muitos dos sentimentos envolvido nessa história tem a ver com a separação anterior e como as coisas foram resolvidas. Quando isso ainda está sendo confuso e doloroso para criança e até para a mãe, a tendência é a nova “paixão” enfrentar sérios desafios.

Mas aqui vamos falar sobre o quanto uma mãe poderia de se dar ao direito de se apaixonar…considerando que os filhos devem ter sido suas últimas paixões!

Lembrando que mãe também é humana, nada mais legítimo do que poder se apaixonar. E nada mais lindo, diga-se de passagem. Mas, o coração que já estava apertadinho e cheio de culpa, tende a se dividir mais ainda.

Primeiro, a mamãe precisa se lembra de que, antes de mãe, é mulher. E o amor, afeto e toda relação homem-mulher faz mais do que bem para saúde, faz bem para alma!

Outra questão é não “tirar” de um ou do outro. Nessa hora é preciso ter a crença de que o amor pode se multiplicar. Nós, ocidentais, não costumamos pensar assim. Mas, sim, o amor se multiplica infinitamente…lembre que antigamente as mães tinham 10 filhos e amavam todos eles. O importante é reservar um tempinho sagrado com os filhos, sem mais ninguém, dar cheirinhos, ouvir, contar histórias e ficar juntos…e também ter aqueles momentos a dois para o novo amor que está nascendo.

E, como sempre repetimos… quando a mãe (pai também) está bem, os filhos estão bem também!

Fonte foto: womaninscience.tumblr.com